domingo, 2 de junho de 2013

Pela primeira vez D****

Já relatei anteriormente neste blog no post (grande trapalhada...)uma grande trapalhada que por minha culpa tomou proporções demasiado grandes. Exacto as peripécias da minha nominação (nome). 

Neste momento, e deixando de parte o nome ficcional, existem variantes na forma como me tratam. A partir desta pequeno tumulto, o meu namorado e todos as pessoas que conheci através dele passaram a tratar por D****. As opções também eram duas e apesar quase ninguém me tratar dessa forma, foi esta a decisão por várias razões e especialmente porque é um nome mais agradável ahahah LOL 

Bem, na minha rede de amigos, conhecidos família e demais, apenas um amigo meu me trata exclusivamente por D**** e fora isso só numa ou noutra brincadeira e que outras pessoas me mencionam como tal. 

Mas ainda me recordo da primeira vez que me trataram por D****, recordo-me perfeitamente apesar dos anos. 

Foi uma antiga professora minha (Matemática), uma das quais guardo uma grande estima. Após três anos com a minha turma foi das poucas que de forma consensual deixou muitas saudades e com uma despedida meio emotiva. Isto tudo apesar de o começo ter sido um fiasco. Todos os alunos a detestavam principalmente devido ao seu notável brilhantismo e rapidez de pensamento ( que levavam a debitar matéria a uma velocidade estonteante) que para nós alunos não e fácil de acompanhar, certo e que fez de todos nós, todas as suas turmas subir as notas em flecha, e que certamente ajudou muitos na entrada da faculdade. 

Ora que num dia de uma aula normal, já não me recordo ao certo qual o ano que foi, mas acho que foi no segundo ano que ela já lecionava a minha turma. Ou seja. Todos os dados já foram adquiridos não há nada de novo. 

Ora bem que a meio da aula, e no âmbito da resolução de um exercício no quadro, a professora E* diz: - D**** pode fazer o exercício no quadro se faz favor. Neste momento ficam todos a olhar uns para os outros, eu inclusive. Após alguns risos contidos, eis que uma colega minha pergunta a professora se não se tinha enganado na turma, porque não existia nenhum D**** na turma. 

A prof E* rapidamente diz que não houve nenhum engano, apontado para mim e perguntando: - Não é D****? 

Muitos risos se espalharam pela sala. Eu respondi que sim, sou. Mas ninguém me trata por esse nome. Os risos passaram, eu fui realizar o exercício sem problemas. A partir dali a professora começou a tratar-me por D**** quase exclusivamente e o resto da turma foi-se habituando e muitos tratavam-me assim também na brincadeira. 

A partir deste momento já acho normal tratarem quer pelo meu nome principal, quer por D****, contudo isto não me livra, ainda, de alguns episódios caricatos, principalmente quando a mistura dos dois nomes o que leva a confusão de quem me conhece menos bem, o que nem sempre é muito interessante ;) 



Certo é que o nome já esta bem enraizado e esta ca para continuar ;)

1 comentário:

  1. também tenho uma alcunha que começou com a minha mãe, depois passou para uma das melhores amigas da minha mãe, depois para uma namorada minha, depois para outra, até que o nome ficou bem aceite por mim que comecei a usa-lo em alguns (poucos) sítios. agora acabo por ser conhecido por ele entre muitos amigos próximos :)

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