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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Regresso atribulado


Eis que após um fim de semana relaxante e bem passado o retorno toma contornos de todo inesperados e pitorescos.

Após anos e anos, viagens e viagens a fio, nunca me tinha desfeito de nenhuma mala ou afins durante uma viagem pelos transportes públicos para a colecção de objectos desaparecidos. Nada como encontrar uma nova companhia para me ajudar neste departamento.

Aproveitei o facto de me ter voluntariado a fazer de acompanhante da minha irmâ, por uma instituição de saúde (mais no aspecto de guia) na terça feira, e estendi o meu fim de semana até terça feira. O que de facto veio mesmo a calhar, apesar de ter de madrugar nesse mesmo dia.

Encontramo-nos no local neutro estipulado (estação), e fomos la fazer o que tínhamos a fazer. Tudo sem problemas. Faltava apenas o regresso a casa. Dirigimo-nos ao metro para tirar os nosso bilhetes (eu tirar que ela não conhece o sistema), ao fundo vê-se o metro a aproximar, o que instiga a minha irmã a apressar a coisa ( apesar de termos quase cerca de 50 minutos para o próximo comboio). Claro que tirei sem problemas e entramos a pressa no metro, com TODOS os nossos pertences atrás Óbvio que com a pressa nem pensamos muito a respeito, e foi sentar, acomodar e descansar.

Eis que já na próxima estação, diz-me a minha irmã?

- A tua mala??? Deixaste na estação? No metro?? (meio aflita)

Eu olho para a esquerda, olho para a direita olho para cima, não vejo a mala. Começo a ouvir os sons da porta do metro a darem sinal para fechar. Primeira reacção. Sair do metro para ir buscar a mala. Obvio… a minha irmã veio também de arrasto…


Já que a proximidade da estação que entramos era minúscula, em cerca de 3 min a pé já la estávamos, e nada de mala. CLARO

Conclusão. A mala, como é obvio ficou no metro. E não a vi porque certamente com as curvas deslizou para debaixo do banco.

Certo, foi precipitação minha sair sem pensar… mas recordei que a pousei para tirar os bilhetes e nem pensei duas vezes que ficou la, e com o ar de certeza e preocupado da minha irmã, não me deixou duvidas.

Enfim grande trapalhada. Lá tive de ligar para os perdidos e achados da linha do metro, e após de dar a indicação onde deixei a mala, e dando uma ideia de qual metro seria, dando a hora de saída da estação que entrei…. E passados umas duas horas ( pelo meio duas chamadas minhas), eis que me contactam com a informação de terem encontrado o que parece ser a minha mala.

Bem nesta hora já estava no comboio a caminho de casa, então fui la hoje, no dia seguinte.

Agora já ca esta a mala e o seu conteúdo, resta desejar



WELCOME BACK


Escrito ao som de Demons - Imagine dragons


sábado, 22 de dezembro de 2012

Fim do Mundo... e a famelga

Bem nem adianta falar da minha opinião sobre o assunto. O mais ridículo possível, foi dando para umas boas rubricas de comédia e afins. Mas por incrível que pareça muita gente andava meio apreensiva com o dia, falando constantemente no assunto. Já ultrapassamos a idade da pedra. Já conseguimos prever eventos desta magnitude, principalmente se fosse a tal teoria do colisão de outro planeta. Prever sim, defender já é outra história. Não sei. Mas certamente haveriam tentativas.

Outra coisa que achei no mínimo caricata foi o abordar do assunto cá por casa. Achei piada ......até que deixou de ter piada e passou mais a ser um bocadinho de ignorância.
E lá estive eu a explicar o tema da forma mais simples possível para ver se pegava. Achei piada a reacção imediata e indignada da minha mãe quando disse que o mundo não ia acabar hoje, mas que vai acabar e já se sabe quando, (bem pelo menos estima-se, caso não nos matemos a nós próprios, que é sempre um factor em ter em consideração).

Cultura geral apenas. Conhecimentos básicos. De astrologia e afins. O sol é que proporciona a existência de vida na Terra ( isso e outros factores da atmosfera mas não interessa para o assunto), quando morrer vamos nós juntamente com ele. O sol é uma estrela: as estrelas nascem e morrem, têm um tempo de vida. Neste caso o sol está a meio da sua vida. Por isso o mundo tem o resto do tempo da vida do sol, mais uns mil milhões de anos ou uns biliões  Depois disso, puff..... acabou o mundo. E foi mais ou menos isto a explicação principal.


Mas óbvio que a conversa descambou para outro lado. E andar a explicar a teoria do Big Bang, a origem do Homem, a teoria de evolução de Darwin, para quem andava a discursar que o mundo não ia acabar porque o padre disse. Já era um bocadinho demais, e já iam fazer curto circuito, fiquei -me por ali. Mas valeu a tentativa. Eu ainda vou tentando, as vezes. Sempre ficaram com umas pequenas noções, ou não. Isto se ligaram para o que tive para ali a falar. Mas enfim...

O Mundo não acabou.... Estamos cá todos. Cada um é livre de pensar como quiser. Quem quiser ser mantido na ignorância, também tem direito a isso ... ahahahha . Pronto estou a ser mauzinho.

Aproveitem la mais estes anitos que o sol ainda brilha e nos permite que andemos por cá...

Até...

P.S. Este texto foi escrito ontem, juntamente com mais dois, durante o horário de trabalho, enquanto não tinha nada para fazer. Os outros devem ser transcritos para aqui nos próximos dias.