sexta-feira, 21 de junho de 2013

Mistério desvendado LOL


Após tanto tempo........ a resposta que tantos esperavam

aqui está ela na sua escolta pessoal, a ursa Maior/Mor....    a mãe de todos os ursos, a única, a criadora da espécie, e responsável pelo alastramento por todo o Globo terrestre....

Alguém quer agradecer?
Não será fácil de rastrear....  





I know, I Know
só estou a dizer disparates e melhor e ir dormir , lol

sexta-feira, 14 de junho de 2013

O meu primeiro Blog

Quem se lembra do primeiro blog que leu??? ( Pelo menos que tenha lido minimamente o blog, não apenas de passagem). Imagino que para muitos não seja fácil mencionar o primeiro… o tempo também não é nosso amigo e não ajuda a relembrar. 


Eu recordo-me com exatidão o primeiro blog que li. Seu nome 100 stress. Blog que ainda se encontra disponível para visualizar na internet (AQUI, ups ja num existe, apenas parte do ultimo endereço e esta ilegível), contudo já se encontra em inatividade há vários anos. 

Na altura que comecei a ler o blog ainda não tinha internet em casa, comecei a ler essencialmente pelos seus posts humorísticos, por influencia de um amigo. 

Mas o que me prendeu ao blog, e me fez ler do inicio ao fim o blog ( mais tarde, já com internet), praticamente todos os posts, mesmo tendo passado anos de serem escrito, foram as histórias e peripécias e episódios de vida real, que eram perfeitamente e deliciosamente descritos no mesmo. 

O blog era essencialmente constituído por dois autores ( albatroz se não me engano, porque depois mudou de nick), e o EMANUEL BENTO ( ele assinava sempre em maiúsculas, e a assinatura era sempre seguida de post scriptum os P.S. que eram regra geral algo longos), era um autor convidado, tinha pelo menos mais um blog onde descrevia essencialmente problemas políticos e afins da Madeira, sua terra natal e onde morava na altura. 

Eu gostava mais de acompanhar no registo deste blog, num registo mais informal, humorístico, sem papas na língua, verdadeiro, autentico e com uma personalidade e atitudes que verdadeiramente me cativaram. Só lendo ou relendo. 

Ele descrevia essencialmente episódios da sua vida diária e factos pessoais, entre um ou outro poema. Vou sempre recordar-me dos seus textos, até hoje, acho que ainda não encontrei nenhum blogger com uma forma de escrever tão agradável e uma forma de descrever tão vívida e real. O facto de ser jornalista e devorar catrapassos ( como ele dizia, acho eu), muito deles entre os grande pensadores e filósofos, também certamente ajudam. 



Uma palavra que sempre o ira marcar será. DESALMADAMENTE. Frequentemente utilizada por este. 

A uns tempos a falar com um amigo da região Natal, Madeira. Lá surgiu o assunto dessa mesma pessoa na conversa. E no fim, esse meu amigo amigo conhecia-o, não era amigo intimo nem nada do género, mas era conhecido. 

Através da descrição que lhe fiz, que a leitura dos seus textos me proporcionaram fazer, ele confirmou logo. E até ficou surpreso do tamanho de detalhes que lhe fui capaz de dar. Pois mal ele confirmou, também fiz um exercício e extrapolei para a escrita a pessoa que achei que ele era, através da imagem que me tinha dado pela sua história e pela sua escrita. 

Por isso, sempre achei que os leitores de um blog pessoal sabem tanto, ou mais, que muitos dos amigos da pessoas que o escreve. Aqui nos blogues, regra geral não temos os travões que muitas vezes existem ao conversar publicamente, e isso ajuda numa melhor percepção da pessoa que esta do outro lado. 

Alguém acompanhou este blog?? 

E vocês sabem qual foi o primeiro blog que leram??

domingo, 2 de junho de 2013

Pela primeira vez D****

Já relatei anteriormente neste blog no post (grande trapalhada...)uma grande trapalhada que por minha culpa tomou proporções demasiado grandes. Exacto as peripécias da minha nominação (nome). 

Neste momento, e deixando de parte o nome ficcional, existem variantes na forma como me tratam. A partir desta pequeno tumulto, o meu namorado e todos as pessoas que conheci através dele passaram a tratar por D****. As opções também eram duas e apesar quase ninguém me tratar dessa forma, foi esta a decisão por várias razões e especialmente porque é um nome mais agradável ahahah LOL 

Bem, na minha rede de amigos, conhecidos família e demais, apenas um amigo meu me trata exclusivamente por D**** e fora isso só numa ou noutra brincadeira e que outras pessoas me mencionam como tal. 

Mas ainda me recordo da primeira vez que me trataram por D****, recordo-me perfeitamente apesar dos anos. 

Foi uma antiga professora minha (Matemática), uma das quais guardo uma grande estima. Após três anos com a minha turma foi das poucas que de forma consensual deixou muitas saudades e com uma despedida meio emotiva. Isto tudo apesar de o começo ter sido um fiasco. Todos os alunos a detestavam principalmente devido ao seu notável brilhantismo e rapidez de pensamento ( que levavam a debitar matéria a uma velocidade estonteante) que para nós alunos não e fácil de acompanhar, certo e que fez de todos nós, todas as suas turmas subir as notas em flecha, e que certamente ajudou muitos na entrada da faculdade. 

Ora que num dia de uma aula normal, já não me recordo ao certo qual o ano que foi, mas acho que foi no segundo ano que ela já lecionava a minha turma. Ou seja. Todos os dados já foram adquiridos não há nada de novo. 

Ora bem que a meio da aula, e no âmbito da resolução de um exercício no quadro, a professora E* diz: - D**** pode fazer o exercício no quadro se faz favor. Neste momento ficam todos a olhar uns para os outros, eu inclusive. Após alguns risos contidos, eis que uma colega minha pergunta a professora se não se tinha enganado na turma, porque não existia nenhum D**** na turma. 

A prof E* rapidamente diz que não houve nenhum engano, apontado para mim e perguntando: - Não é D****? 

Muitos risos se espalharam pela sala. Eu respondi que sim, sou. Mas ninguém me trata por esse nome. Os risos passaram, eu fui realizar o exercício sem problemas. A partir dali a professora começou a tratar-me por D**** quase exclusivamente e o resto da turma foi-se habituando e muitos tratavam-me assim também na brincadeira. 

A partir deste momento já acho normal tratarem quer pelo meu nome principal, quer por D****, contudo isto não me livra, ainda, de alguns episódios caricatos, principalmente quando a mistura dos dois nomes o que leva a confusão de quem me conhece menos bem, o que nem sempre é muito interessante ;) 



Certo é que o nome já esta bem enraizado e esta ca para continuar ;)

sábado, 1 de junho de 2013

O pombo manco

Durante as minhas visitas constantes as comodidades da CP e das suas respectivas estações. É inevitável não parar de tempos a tempos, também, pela estação de S.Bento. 

Em termos comparativos com a de Campanhã (contextualizando as principais do Porto) acho-a digamos mais emblemática e além disso a nível pessoal diz-me muito mais. Apesar de agora até ser mais frequente a passagem por campanha, apenas.

Esta estação acaba sempre por fazer passar as horas ou minutos mais depressa. Encontro sempre algo que me desvia a atenção ou que me faz pensar em variadas cosias. Seja pela infraestrutura, do tempo, dos eventos, das pessoas que habitualmente circulam, dos turistas, dos pseudo-arquitetos/desenhadores, ou apenas a sua história.

Já anteriormente aqui no blog escrevi um texto fruto duma estadia nesta estação.
Desta vez vim falar dum pequeno animal que habitualmente se pode encontrar neste local. Penso que não terei sido o único a reparar nesta criatura. Não chega a tomar contornos de ícone da invicta, mas quem vai passando algum tempo pela estação é provável que também já se tenha apercebido.

Uma pomba, como muitas outras que por lá encontram refúgio, no entanto esta tem a particularidade de ter apenas uma pata. Explicando melhor, em termos humanos é o equivalente a uma pessoa ter amputado o pé e ter apenas um coto. Que eventualmente futuramente poderá colocar uma prótese.




Este animal não tem essa hipótese, anda pela estação a cambalear, mas caminhando com destreza, o que indica que a lesão já se prolonga a um longo tempo. Em termos de porte, nada deixa a ficar aos seus colegas, muito pelo contrário. O de possuir asas certamente facilitou a transição, mas certamente foi um adaptação de sucesso… e ainda consegue, transparecer pelo menos, uma aparência de maior vigor físico dos demais.

Aprendam … J

As dificuldades só nos aguçam as nossas potencialidades J.

Agora
Será que fui o único que se deparou ou notou com este animal???

Manifestem-se!!!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Regresso atribulado


Eis que após um fim de semana relaxante e bem passado o retorno toma contornos de todo inesperados e pitorescos.

Após anos e anos, viagens e viagens a fio, nunca me tinha desfeito de nenhuma mala ou afins durante uma viagem pelos transportes públicos para a colecção de objectos desaparecidos. Nada como encontrar uma nova companhia para me ajudar neste departamento.

Aproveitei o facto de me ter voluntariado a fazer de acompanhante da minha irmâ, por uma instituição de saúde (mais no aspecto de guia) na terça feira, e estendi o meu fim de semana até terça feira. O que de facto veio mesmo a calhar, apesar de ter de madrugar nesse mesmo dia.

Encontramo-nos no local neutro estipulado (estação), e fomos la fazer o que tínhamos a fazer. Tudo sem problemas. Faltava apenas o regresso a casa. Dirigimo-nos ao metro para tirar os nosso bilhetes (eu tirar que ela não conhece o sistema), ao fundo vê-se o metro a aproximar, o que instiga a minha irmã a apressar a coisa ( apesar de termos quase cerca de 50 minutos para o próximo comboio). Claro que tirei sem problemas e entramos a pressa no metro, com TODOS os nossos pertences atrás Óbvio que com a pressa nem pensamos muito a respeito, e foi sentar, acomodar e descansar.

Eis que já na próxima estação, diz-me a minha irmã?

- A tua mala??? Deixaste na estação? No metro?? (meio aflita)

Eu olho para a esquerda, olho para a direita olho para cima, não vejo a mala. Começo a ouvir os sons da porta do metro a darem sinal para fechar. Primeira reacção. Sair do metro para ir buscar a mala. Obvio… a minha irmã veio também de arrasto…


Já que a proximidade da estação que entramos era minúscula, em cerca de 3 min a pé já la estávamos, e nada de mala. CLARO

Conclusão. A mala, como é obvio ficou no metro. E não a vi porque certamente com as curvas deslizou para debaixo do banco.

Certo, foi precipitação minha sair sem pensar… mas recordei que a pousei para tirar os bilhetes e nem pensei duas vezes que ficou la, e com o ar de certeza e preocupado da minha irmã, não me deixou duvidas.

Enfim grande trapalhada. Lá tive de ligar para os perdidos e achados da linha do metro, e após de dar a indicação onde deixei a mala, e dando uma ideia de qual metro seria, dando a hora de saída da estação que entrei…. E passados umas duas horas ( pelo meio duas chamadas minhas), eis que me contactam com a informação de terem encontrado o que parece ser a minha mala.

Bem nesta hora já estava no comboio a caminho de casa, então fui la hoje, no dia seguinte.

Agora já ca esta a mala e o seu conteúdo, resta desejar



WELCOME BACK


Escrito ao som de Demons - Imagine dragons


terça-feira, 21 de maio de 2013

OLA !l! (A história ) CAP.1 Quem sou eu? /CAP. 2

CAP 1. Parte 2

Acordo subitamente, estonteado, agitado e mentalmente desorientado. Acordo e vejo vários olhares na minha direcção..... ainda a tentar voltar a realidade, percebo que as atenções estão voltadas para mim... o meu colega ao lado, que me tentava reanimar deste sonho estava notoriamente atrapalhado, e os demais mostravam uma certa reprovação misturado com vários risos abafados pelo auditório.

Voltei a mim, voltei ao meu mundo à pura realidade. Procurei manter-me sereno e sair dali mal tivesse oportunidade. Voltei para casa, longe demais pessoas. 
Tenho andado confuso, tenho andado irritado e sem paciência. As conversas e a convivência com os meus amigos não me estimulam. Sinto um vazio em mim, parece que ando sempre a procura de algo....... talvez algo que eu próprio não queria encontrar, e por isso continuo neste ciclo vicioso.....  Perdido nas minhas próprias crenças e vontades.....

Mas afinal quem sou eu? E o que quero?
Não sei. Ou talvez saiba e não queira saber. Certo é que algo precisa mudar. Preciso de cortar as minhas cordas de segurança, as minha rodas de apoio, e sair e descobrir-me. Não posso continuar assim.

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 CAP. 2  A descoberta

Meses passaram, a forte vontade de mudar não trouxe grandes diferenças na minha vida. Contudo ficou certo e fui me mentalizando aos poucos acerca da minha atracão por homens. O bicho de 7 cabeças começou-se a desmontar com o tempo, fui entrando e conhecendo um pouco mais desta realidade.
Apesar disso a minha vida pouco tinha mudando. Fui estabelecendo alguns contactos online com pessoas em situações semelhantes, e através delas comecei a ver o MUNDO com outros olhos.

Esta transição, apesar de complicada, foi fascinante... descobrir um mundo quase oculto a surgir diante dos meus olhos, algo que me estava a fugir e ali tão perto de mim. o que procurava o que me faltava estava mesmo ali......  

Com mais ou menos timidez e receio, fui desenvolvendo algumas grandes amizades, amizades que não me limitavam, que viviam comigo todos os meus dilemas, ali não precisava de ocultar nada, de transparecer quem eu não era... encontrei um porto seguro onde fui bem acolhido... e me deu segurança para continuar a minha jornada na minha descoberta.

A partir daí a minha vida mudou, apesar de continuar a manter alguma vida paralela entre dois mundos. Perdi as inibições e receios fui conhecendo pessoas, divertir, fazer coisas de jovens. Um ou outro relacionamento mais ou menos fugaz, uma ou outra coisa menos pensada, várias aventuras e um grande número de vivências, que no fim me deixaram mais preenchido e com a sensação de que estava no meu caminho... no caminho de ser um pouco mais feliz.